RELIGIÃO UMBANDA

Na Umbanda não há preconceitos nem orgulho. Aprendemos com quem mais sabe e ensinamos aqueles que sabem menos.

“A maior de todas as ignorâncias é rejeitar uma coisa sobre a qual você nada sabe." (H. Jackson Brownk)


Nenhum mistério resiste à fragilidade da luz.Conhecer a Umbanda é conhecer a simplicidade do Universo.

A Umbanda crê num Ser Supremo, o Deus único criador de todas as religiões monoteístas. Os Sete Orixas são emanações da Divindade, como todos os seres criados.

O propósito maior dos seres criados é a Evolução, o progresso rumo à Luz Divina. Isso se dá por meio das vidas sucessivas, a Lei da Reencarnação, o caminho do aperfeiçoamento.

Existe uma Lei de Justiça Universal que determina, a cada um, colher o fruto de suas ações, e que é conhecida como Lei de Ação e Reação.

A Umbanda se rege pela Lei da Fraternidade Universal: todos os seres são irmãos por terem a mesma origem, e a cada um devemos fazer o que gostaríamos que a nós fosse feito.

A Umbanda possui uma identidade própria e não se confunde com outras religiões ou cultos, embora a todos respeite fraternalmente, partilhando alguns princípios com muitos deles

A Umbanda está a serviço da Lei Divina, e só visa ao Bem. Qualquer ação que não respeite o livre-arbítrio das criaturas, que implique em malefício ou prejuízo de alguém, ou se utilize de magia negativa, não é Umbanda.

A Umbanda não realiza, em qualquer hipótese, o sacrifício ritualístico de animais, nem utiliza quaisquer elementos destes em ritos, oferendas ou trabalhos.

A Umbanda não preceitua a colocação de despachos ou oferendas em esquinas urbanas, e sua reverência às Forcas da Natureza implica em preservação e respeito a todos os ambientes naturais da Terra.

Todo o serviço da Umbanda é de caridade, jamais cobrando ou aceitando retribuição de qualquer espécie por atendimento, consultas ou trabalhos mediúnicos. Quem cobra por serviço espiritual não é umbandista.

"Tudo melhora por fora para quem cresce por dentro."

O que a Umbanda tem a oferecer?


Hoje em dia, quando falamos em religião, os questionamentos são diversos. A principal questão levantada refere-se à função da mesma nesse início de milênio.
Tentaremos nesse texto, de forma panorâmica, levantar e propor algumas reflexões a esse respeito, tendo como foco do nosso estudo a Umbanda.

O que a religião e, mais especificamente, a religião de Umbanda, pode oferecer a uma sociedade pós-moderna como a nossa? Como ela pode contribuir junto ao ser
humano em sua busca por paz interior, desenvolvimento pessoal e auto-realização?
Quais são suas contribuições ou posições nos aspectos sociais, em relação aos
grandes problemas, paradoxos e dúvidas, que surgem na humanidade contemporânea?
Existe uma ponte entre Umbanda e ciência (?) _ algo indispensável e extremamente útil, nos dias de hoje, a estruturação de uma espiritualidade sadia.

O principal ponto de atuação de uma religião está nos aspectos subjetivos do “eu”. Antigamente, a religião estava diretamente ligada à lei, aos controles morais e definição de padrões étnicos de uma sociedade _ vide os dez mandamentos
e seu caráter legislativo, por exemplo. Hoje, mais que um padrão de comportamento, a religião deve procurar proporcionar “ferramentas reflexivas” ou
“direções” para as questões existenciais que afligem o ser humano. Em relação a isso, acreditamos ser riquíssimo o potencial de contribuição do universo umbandista, mas, para tanto, necessitamos que muitas questões, aspectos e
interfaces entre espiritualidade umbandista e outras religiões e ciência sejam desenvolvidos, contribuindo de forma efetiva para que a religião concretize um pensamento profundo e integral em relação ao ser humano, assumindo de vez uma
postura atual e vanguardista dentro do pensamento religioso. Entre essas questões, podemos citar:

_ Um estudo aprofundado dos rituais umbandistas, não apenas em seus aspectos “magísticos”, mas também em seus sentidos culturais, psíquicos e sociais. Como uma gira de Umbanda, através de seus ritos, cantos e danças, envolve-se com o
inconsciente das pessoas? Como podem colaborar para trabalhar aspectos “primitivos” tão reprimidos em uma sociedade pós-moderna como a nossa? Como os
ritos ganham um significado coletivo, e quais são esses significados? Grandes contribuições a sociologia e a antropologia podem dar à Umbanda.

_ Uma ponte entre as ciências da mente – como a psicanálise, psicologia – e a mediunidade, utilizando-se da última também como uma forma de explorar e conhecer o inconsciente humano. Mais do que isso, os aspectos psicoterápicos de
uma gira de Umbanda e suas manifestações tão míticas-arquetípicas. Ou será que nunca perceberemos como uma gira de “erê”, por exemplo, além do trabalho espiritual realizado, muitas vezes funciona como uma sessão de psicoterapia em
grupo?

_ A mediunidade como prática de autoconhecimento e porta para momentâneos estados alterados de consciência que contribuem para o vislumbre e o alcance permanente de estágios de consciência superiores. Além disso, por que não a
prática meditativa dentro da Umbanda (?) _ prática essa tão difundida pelas religiões orientais e que pesquisas recentes dentro da neurociência demonstram de forma inequívoca seus benefícios em relação à saúde física, emocional e
mental.

_ Uma proposta bem fundamentada de integração de corpo-mente-espírito.
Contribuição muito importante tanto em relação ao bem estar do indivíduo, como também dentro da medicina, visto que a OMS (Organização Mundial da Saúde) hoje admite que as doenças tenham como causas uma série de fatores dentro de um paradigma bio-psíquico-social caminhando para uma visão ainda mais holística, uma visão bio-psíquico-sócio-espiritual.

_ O estudo comparativo entre religiões, com uma proposta de tolerância e respeito as mais diversas tradições. Por seu caráter sincrético, heterodoxo e anti-fundamentalista, a Umbanda tem um exemplo prático de paz as inúmeras
questões de conflitos étnico-religiosos que existem ao redor do mundo.

_ A liberdade de pensamento e de vida que a Umbanda dá as pessoas também deveria ser mais difundido, visto que isso se adapta muito bem ao modelo de espiritualidade que surge como tendência nesse começo de século XXI. Parece-nos
que a Umbanda há muito tempo deixou de lado a velha ortodoxia religiosa de “um
único pastor e único rebanho”, para uma visão heterodoxa de se pensar espiritualidade, onde ela assume diversas formas de acordo com o estágio de desenvolvimento consciencial de cada pessoa, o que vem de encontro – por exemplo
– com as idéias universalistas de Swami Vivekananda e seu discurso de “uma Verdade/Religião própria para cada pessoa na Terra”. E a Umbanda, assim como
muitas outras religiões, pode sim desenvolver essa multiplicidade na unidade.

_ O resgate do sagrado na natureza e o respeito ao planeta como um grande organismo vivo. Na antiga tradição yorubana tínhamos um Orixá chamado Onilé, que representava a Terra planeta, a mãe Terra. Mesmo que seu culto não tenha se
preservado, tanto nos candomblés atuais como na Umbanda, através de seus outros “irmãos” Orixás, o culto a natureza é preservado e, em uma época crítica em
termos ecológicos, a visão sagrada do planeta, dos mares, dos rios, das matas, dos animais, etc - ganha uma importância ideológica muito grande e dota a espiritualidade umbandista de uma consciência ecológica necessária.

_ O desenvolvimento de uma mística dentro da Umbanda, onde elementos pré-pessoais como os mitos e o pensamento mágico-animista, possam ser trabalhados dentro da racionalidade, levando até mesmo ao desenvolvimento de
aspectos transpessoais, transracionais e trans-éticos dentro da religião. A identificação do médium em transe com o Todo através do Orixá, a trans-ética que deve reger os trabalhos magísticos de Umbanda, os insights e a lucidez
verdadeira que levam a mente para picos além da razão e do alcance da linguagem, o fim da ilusão dualista para uma real compreensão monista através da iluminação, são exemplos de aspectos transpessoais que podem ser (e faltam ser)
desenvolvidos dentro da religião.

_ Os aspectos culturais, afinal Orixá é cultura, as entidades de Umbanda são cultura o sincretismo umbandista é cultura. Umbanda é cultura e é triste perceber o descaso, seja de pessoas não adeptas, como de umbandistas, que
simplesmente não compreendem a importância cultural da Umbanda e da herança afro-indígena na construção de uma identidade nacional. A arte em suas mais
variadas expressões tem na Umbanda um rico universo de inspiração. Cabe a ela apoiar e desenvolver mais aspectos de sua arte sacra.

Essas são, ao nosso entendimento, algumas das “questões-desafios” que a Umbanda tem pela frente, principalmente por ser uma religião nova, estabelecendo-se em um mundo extremamente multifacetado como o nosso. Muito mais
poderia e com certeza deve ser discutido e desenvolvido dentro dela.

Apenas por essa introdução já se pode perceber a complexidade da questão e como é impossível ter uma resposta definitiva a respeito de tudo isso. Muitos
podem achar que o que aqui foi dito esteja muito distante da realidade dos terreiros. Mas acreditamos que a discussão é pertinente, principalmente devido ao centenário, onde muito mais que festas, deveríamos aproveitar esse momento
para uma maior aproximação de ideais e pessoas, além de uma sólida estruturação do pensamento umbandista. Esperamos em outros textos abordar de forma mais profunda e propor algumas idéias a respeito das questões e relações aqui
levantas. Esperamos também que outros umbandistas desenvolvam esses ou outros aspectos que acharem relevantes e caminhemos juntos em busca de uma espiritualidade sadia, integral e lúcida.

"Fernando Sepe''


SORRIA....VOCÊ ESTÁ SENDO IDENTIFICADO!!!!

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Que a força do Amor esteja sempre com você...



Não Acredite em Algo

Não acredite em algo simplesmente porque ouviu. Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito. Não acredite em algo simplesmente porque esta escrito em seus livros religiosos. Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade. Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração. Mas depois de muita análise e observação, se você vê que algo concorda com a razão, e que conduz ao bem e beneficio de todos, aceite-o e viva-o.


quarta-feira, 17 de novembro de 2010

TERAPIA FLORAL E OS ORIXÁS - CULTIVADAS JARDIM

Cultivadas

As flores cultivadas estão mais domesticadas em relação a seus aspectos mais primitivos, pois dependem diretamente da ação humana para se desenvolverem. Esta dispensaçnao de energia não é unilateral, mas retorna ao homem, influenciando ou adestrando sua ação externa, como para suprir as necessidades humanas que carecem também de cultivo. Ela se relaciona à transformação voluntária, ao comportamento, ao aprendizado.
As flores das plantas cultivadas são parte das nossas primeiras experiências. Pretendíamos apenas utilizar as flores originalmente amazônicas, porém percebemos que o potencial terapêutico destas espécies não podia ser desprezado e as incluímos em nosso repertório. Com isso também é possível atingir um plano diferente no campo energético humano relacionado a níveis mais conscientes e superficiais de comportamento.
A diferença de sua energia justamente forma composições adequadas nos tratamentos, equilibrando a força da mata virgem, com uma comunicação de acesso mais imediato a partir de focos de desarmonia mais superficiais.
As flores cultivadas de nosso sistema estão divididas em medicinais, jardim e fruteiras. Nessa análise, evidentemente, não estamos falando apenas de flores específicas de nosso sistema, mas genericamente destas famílias de elementais que dentro de seus ciclos evolutivos convivem diretamente com a ação humana, desenvolvendo mesmo relações diretas com os seres humanos .
Trabalham sobre um nível de manifestação que representa o humano perante a Criação, interagindo e transformando seu ambiente e cultura. Atuam sobre situações cotidianas, sobre questões que envolvem relações sociais, num nível mais superficial dos campos áuricos.
São essências que limpam o campo para a atuação de emanações que atingem os nívies internos. Algumas delas, a partir desta abertura na superfície, são capazes de penetrar em níveis mais profundos, da mesma forma que as flores da mata virgem e da capoeira também atuam sobre níveis superficiais a partir da comunicação interna.
Não podemos deixar de levar em conta que todas as flores que hoje são cultivadas e aclimatadas, algum dia foram parte da floresta ou de algum outro ecossistema nativo e nasceram espontâneamente em algum lugar. O fato de serem hoje total ou parcialmente dependentes da ação humana de cultivo para seu desenvolvimento, aponta seu processo evolutivo pelo qual o elemental interage e torna-se parte do mundo humano, tal qual os animais domésticos.
Com isso tranformam seus registros primitivos que as fizeram nascer espontaneamente, mas desenvolvem outro tipo de linguagem que as torna preciosas e até indispensáveis à sobrevivência humana, como os alimentos e as ervas medicinais.

Jardim

Que alegria renovadora, que esperança, que perfumosa e colorida saúde nos trazem as flores do jardim! Elas interagem com as nossas emoções. Elas trazem calma, ânimo, conforto, resistência. O jardim circunda a casa, como uma aura.
Assim representa para nós, como elas vêm nos curar trazendo luminosidade e energia na transmutação das dificuldades. Para se merecer um belo jardim é preciso esforço, trabalho, cultivo, perseverança. Tudo isso, elas buscam em nós. É preciso sempre lembrar delas, protegê-las dos excessos de sol, de água e de vento. Dar-lhes de beber, dar-lhes de comer, podá-las, mudá-las de lugar. É uma atenção permanente e diversificada no cultivo destas vidas. Assim, elas nos curam e adoçam nossa vida, nos preparando para cada amanhecer.
A energia do sol está muito forte no jardim que apresenta com exuberância todas as cores do espectro. As flores do jardim constituem, pois, um nível de trabalho vinculado à dissolução de entraves do plano emocional, atravessando o corpo etérico, trazendo a cura ao corpo físico. Em se comparando imagens, podemos dizer que elas estão situadas no percurso que leva à entrada da casa onde reside o eu interno. Elas não penetrarão nas causas profundas das enfermidades, mas abrirão caminho para este processo.
Se comparamos, por exemplo, a cambraia (flor de jardim) com o marupá branco (grande árvore), veremos que ambas atuam no coração, no canal que comunica coração e mente, porém, o nível de profundidade, o plano de atuação, é bem diverso. A cambraia vai tratar a ansiedade, a obstinação, a insônia. O marupá vai atuar fazendo emergir o sentimento superior do amor e da misericórdia. A cambraia vai equilibrar os descontroles dos mecanismos mediúnicos. O marupá vai buscar uma harmonização profunda e consciente do ser humano com seus dons mediúnicos.
As flores do jardim funcionam também como uma referência, um balanceamento, quando associadas à flores de ação mais profunda ou radical, como das grandes árvores ou cipós. Por exemplo, o vaso perfumoso (grande árvore), flor de ação radical em planos elevados da consciência, se encontra muito bem associado às flores de jardim, como coadjuvantes que equilibram os planos de ação. Dão um suporte ou um referendo num plano de acesso já mais trabalhado, para apoiar as incursões aos planos mais transcendentais.
As flores do jardim atingem as pessoas pela visão e pelo olfato. Observar um belo jardim sempre nos desperta bons sentimentos, e o perfume das flores nos atinge a alma. Toda essa formosura nos conforta.
Os seres destas flores também são companheiros próximos dos seres humanos e alguns deles dependem diretamente da ação dos humanos para sobreviver. Suas irradiações produzem cercas magnéticas em volta das residências e outros locais, purificando constantemente a atmosfera e impedindo a aproximação de energias estranhas.
São grandes aliados dos seres humanos e, possivelmente, são os vegetais que convivem mais próximo deles, pois até mesmo no alto dos edifícios pode-se cultivar flores. Em alguns casos funcionam como verdadeiros “salva-vidas”. Conseguem transmutar rapidamente pesadas cargas energéticas e sinalizam os caminhos internos pelo sentido da beleza e da amizade.
Uma grande parte delas são elementais coletivos, sempre vêm em grupos e espalham-se. A noção da coletividade é de grande importância para todos nós, e nestes pequenos seres que povoam nossos jardins, podemos encontrar bem expressado este conceito. Também a nobreza, a elegância e a pureza, estão belissimamente expressadas em nossos jardins, e vêm trabalhando na harmonização dos seres humanos, pela beleza, pelos perfumes e pela graça.

Açucena

acucena(Crinum erubescens)
Afirmação: Eu sou um centro de luz e paz.
Orixá – Oxalá e Oxum
Classificação – Cultivada – Jardim
Modo de ser na Natureza – Arbusto de folhas lineares, sua flor é grande, de pétalas finas e muitos estigmas, branca e púrpura.
Ponto de Força – 5° chacra – corpo mental.
Atuação da Essência –Evolutiva a ativadora. Conhecida pelas tradições como planta iniciática. Aponta para um novo degrau de crescimento. É a entrada num novo momento. Trabalha a estagnação, a indecisão, pessoas sem criatividade. Liberta o amor evoluído que preenche as carências afetivas e abre para novos relacionamentos.
Uso fitoterápico – Sua raiz é usada como vomitório.

Amor Agarradinho

amoragarradinho(Antigonum leptopus)
Eu sou a doçura e a firmeza no amor.
Orixá – Xangô e Iansã Menina.
Classificação – Cultivada – Jardim
Modo de ser na Natureza – Planta trepadeira, folhas em forma de coração e flores róseas que dão em cachos abundantes.
Ponto de Força – 4°- Chacra- corpo mental.
Atuação da Essência –Reveladora. Focaliza no estudo dos sentimentos. Sua marca é a suavidade do vento brando com que comunica informações e revelações internas ao consciente. Ajuda a amadurecer os sentimentos, boa para adolescentes pois trabalha os conflitos típicos desta idade. Busca de identidade, ciúmes, medos, melancolia.
Uso fitoterápico – As folhas são usadas para doenças de pele, erisipela e picadas de insetos.

Antúrio Bravo

anturiobravo200(Anthuruim acaule)
Eu sou uma compreensão clara e sou uma porta aberta para o desengano.
Orixá: Exu.
Classificação – Cultivada – Jardim
Modo de ser na Natureza – Flor muito conhecida nas cidades, mas oriunda da Mata Virgem.
Ponto de Força – 3º .chacra –descendente – corpo emocional e mental inferior.
Atuação da Essência – Desbloqueadora, Purificadora. Trabalha com o padrão negativo do caráter; possibilitando uma abertura para a evolução das forças primitivas. Espelha a nossa realidade, trazendo à tona os canais que nos prendem aos instintos inferiores. Ajuda a curar obsessões e pensamentos baixos,identificando influências externas que forjam e alimentam o engano e o embuste. Purifica o ego e os chacras básicos.

Cactus Palma

cactus(Ocpunthia)
Eu sou a água viva que nutre o amor e a fé.
Orixá – Oxum do fundo do rio
Classificação – Cultivada – Jardim
Modo de ser na Natureza – É uma planta muito cultivada na Amazônia, mas é originária de outras regiões . A flor é suculenta.
Ponto de Força – 2° chacra –corpo mental – expansivo
Atuação da Essência – Desbloqueadora e resgatadora. O seu aspecto de cultivada se expressa na suavidade com que aborda o paciente, trazendo consolação, conforto, frescor e repouso, uma espécie de preparação para o trabalho do seu outro aspecto. Este está relacionado á assinatura original do elemental, que vai no profundo, resgatar memórias e informações significativas. Abre o canal dos sonhos. Cura as cicatrizes da alma, renovando as forças, afastando o cansaço e o desânimo. Bom também para pessoas hostis, com tendência a isolamento.

Cambraia

cambraia200(Apocynaceas)
Eu sou a presença que estabiliza as tendências divergentes.
Orixá – Oxumaré.
Classificação – Cultivada – Jardim
Modo de ser na Natureza – Arbusto de porte médio de tronco lenhoso que dá uma flor branca, com cheiro e aspecto de jasmim.
Ponto da Força – 4° .chacra- corpo mental
Atuação da Essência – Equilibradora. É a flor da paz, matriz da saúde para o coração .Trabalha energias agressivas, perversas. Boa para insônia e mediunidade descontrolada. Amadurecimento do amor puro que desenvolve a capacidade de olhar para si mesmo e aceitar-se como é.





Colônia

colonia200(Alpina speciosa)
Eu sou a alegria da realização cumprida.
Orixá – Oxum
Classificação – Cultivada – Jardim
Modo de ser na Natureza – planta grande de folhas e flores muito cheirosas. As flores nascem num pendão e parecem bocas abertas, em cores vermelho, amarelo e branco.
Ponto de Força – 3º chacra – corpo emocional
Atuação da Essência – Vitalizadora e desbloqueadora. É a água da cachoeira que com sua força gera energia . Libera desejos e sentimentos reprimidos, abrindo espaço para brotar em novas energias. Boa para auto-conhecimento, pois clareia e se pode encontrar a solução das dificuldades. Ajuda a realizar o objetivo liberando vigor, saúde, abundância e alegria. Maturidade.
Uso fitoterápico .-O chá das folhas ou sementes é bom para o estômago. Também é muito usada em banho para aura.

Espada de São Jorge

espadasjorge(Sansevieira tifasciata)
Eu Sou o Reino dentro de cada ser.
Orixá – Ogum e Janaína
Classificação – Cultivada – Jardim
Modo de ser na Natureza –Suas flores nascem numas haste dura que brota do chão. São brancas, delicadas e lembram pequenos chacras. À noite liberam mais fortemente seu perfume.
Ponto de Força – 4 °. chacra – corpo emocional
Atuação da Essência – Proteção e discernimento. Trabalha com o eixo dos chacras, defende e elimina os invasores. Traz a sintonia e entendimento para o trabalho interno. Sendo mais ativa duarante a noite, atua sobre os sonhos e abre canais de comunicação internos e externos. Defende as virtudes, afirma a identidade. Muito útil para sensitivos que absorvem muitos tipos de energias. Boa para ambientes e banhos áuricos, pois guarda e protege, possibilitando harmonia e introspecção.

Flor de Janeiro

flordejaneiro200(Duranta repens)
Eu sou a fé que liberta o perdão.
Orixá – Nanã
Classificação – Cultivada – Jardim
Modo de ser na Natureza – Arbusto de grande porte e folhas miúdas. As flores são de cor violeta e nascem sobre delicados pendões nas pontas dos galhos, gerando um fruto amarelo.As flores se distribuem na planta de forma espiralada ascendente.
Ponto de Força – 2 ° .chacra ascendente – corpo mental.
Atuação da Essência – Fluidificadora da energia. Liberta o perdão e com isso relaxa o pensamento. Boa para stress, pessoas que andam ”enevoadas”. Libera as tensões dos rins e transcende a obscuridade com suas sombras e fantasias, dando lugar à luz e à serenidade.



Oxum Amarela

oxumamarela200(Asystasia gangetica)
Eu sou a harmonia que flui em todas as direções.
Orixá – Oxum.
Classificação – Cultivada – Jardim
Modo de ser na Natureza – Planta rasteira que se esparrama formando moitas. Sua flor é delicada e efêmera, em forma de campainha, amarela suave
Ponto de Força -2°. Chacra – expansivo – nível superior.
Atuação da Essência – Limpeza agregação. Trabalha momentos de dificuldades na vida, trazendo resistência para superar. Também trabalha os grupos sociais, abrindo os canais da comunicação, da amizade e da cooperação. Harmoniza, desperta o feminino, as forças sutis, purifica e clareia a mente. Boa para ambientes e banhos de purificação.



Shaimanaium Hanay

shamanaium-hainahEu sou a melodia da vida em todos os seres.
Orixá – Iansã
Classificação – Cultivada – Jardim
Ponto de força – 4º e 5º chacra – corpo mental
Modo de ser na natureza: Planta cultivada em jardins assemelha-se a uma pequena palmeira, sendo toda ela cor de vinho. A flor, nasce no alto da planta, num cacho que se assemelha ao rabo de galo.
Atuação da essência: Ativadora – Protetora. Põe as energias em movimento, impulsionando os processos de transformação. Nos conecta com a harmonia da vida, sua musicalidade natural que vibra em nós e em toda natureza. Nativa no Hawai, é cultuada como planta sagrada de proteção e utilizada em rituais de danças sagradas. Vitaliza a corrente sanguínea. Boa para pessoas rígidas, rigorosas e inflexíveis. Seu mantra estimula a sintonia na música interna do ser, liberando a dança natural da energia.

Trombeta

(Datura arbórea)
Eu sou o poder que desperta os sentimentos ocultos.
Orixá -Jurema
Classificação – Cultivada – Jardim
Modo de ser na Natureza – Toda a planta é venenosa. A flor branca em forma de sino tem grande poder psico-ativo.
Ponto de Força – 6° chacra – corpo astral.
Atuação da Essência – Reveladora. Abre a percepção. Entra em contato com tudo que está oculto ou invertido. Conhecida por algumas tradições que a utilizam para fazer diagnóstico. Revela o lado escuro, trazendo para luz. Desperta sentimentos e traz do inconsciente mensagens acumuladas que obstruem o fluxo natural, transformando padrões de comportamento. Elimina através de sonhos ou desperta lembranças remotas. Para pessoas que perderam o referencial, doentes mentais, viciados, doenças cármicas ligadas às culpas, sonambulismo, rebeldia e medo da morte. Abre para uma nova compreensão das coisas mais simples do dia a dia.
Uso fitoterápico – Se fuma sua flor seca para asma.

Trouxa de Velho

trouxadevelhoEu sou um saber profundo que vive e a tudo vivifica.
Orixá – Nanã
Classificação – Cultivada – Jardim.
Modo de ser na natureza – Arbusto de folhas grandes e flores muito cheirosas.
Formam buquês de pequenas flores brancas e rosadas.
Ponto de Força – 4° . chacra – corpo astral
Atuação da Essência – Consolo e conforto. Trabalha a humildade e a sutileza no processo de auto-conhecimento. Sua sabedoria é do coração, não da mente. Ensina partilhar, a ser receptivo e indulgente, a bondade e a amizade. Boa para partos e menopausa. Supre as carências através do despertar da consciência.

Estão situadas no percurso que leva à entrada da casa onde reside o eu interno.
Elas não penetrarão nas causa profundas, mas abrirão caminho para este processo.


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